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Os Filmes que foram exibidos no BRAFFTV 2016

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Até a China

Marão

Fui pra China só com bagagem de mão. Na China os motociclistas usam casaco ao contrário e os restaurantes servem cabeças de peixe, lagostins e enguias. A funcionária do evento estuda cinema e gosta de filmes de Kung Fu. Comprei pés de galinha embalados a vácuo.

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Marcelo Marão


É um diretor e produtor brasileiro de Cinema de Animação. Foi presidente-fundador da A-ssociação Brasileira de Cinema de Animação, entidade da qual ainda faz parte. Além de seus curtas autorais, Marão trabalha como animador em diversos filmes de outros diretores. Entre os mais recentes está Primeiro Movimento, premiado filme de Érica Valle, cujos protagonistas são formados por rostos e mãos desenhadas a lápis e cujos corpos são uma complexa mistura de elementos e objetos fotografados e animados de forma inédita, u-nindo stop motion, recortes e pós-produção digital com o 2D.

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André Ristum

Começou a carreira trabalhando como assistente de produção em Milão, na Itália. Foi assistente de direção em produções inter-nacionais, como Beleza Roubada de Bernardo Bertolucci e Daylight de Rob Cohen. Em 2011, escreveu e dirigiu seu primeiro longa-me-tragem, Meu País. O filme foi protagonizado por Rodrigo Santoro e contou com Cauã Reymond e Débora Falabella no elenco. Além disso, o longa-metragem ganhou os prêmios de melhor montagem, melhor trilha sonora, melhor direção e de melhor ator no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Ristum é formado em direção de cinema pela Univer-sidade de Nova York.

O Outro Lado do Paraíso

André Ristum

Antônio faz o que pode para conseguir dinheiro para o sustento do lar. Já tentou garimpo, bicos diversos, e agora pensa ter encontrado finalmente seu lugar: Brasília. Atraído pelas promessas do presidente João Goulart e pela ampla oferta de emprego, ele se muda para a capital com a esposa e os filhos. O sonho da prosperidade, no entanto, é interrompido pelo golpe militar e Antônio, envolvido com o sindicalismo, começa a viver um pesadelo.

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Chatô, o Rei do Brasil

Guilherme Fontes

Chatô" traz uma versão romantizada da vida de Assis Chateaubriand, magnata da comunicação e fundador dos Diários Associados, considerado o responsável pela chegada da televisão ao Brasil. A vida de Chateaubriand é analisada a partir de um AVC, que o faz delirar com um julgamento, onde antigos amores e desafetos se unem para o acerto de contas.

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Guilherme Fontes


Ator, produtor e diretor, atua desde os dezoito anos. Trabalhou em dezenas de novelas, séries, mini séries e cinema. 
Antes da estreia na TV, Guilherme estudou teatro no Tablado. Foi aluno de grandes nomes como Louise Cardoso, Milton Dobbin, Toninho Lopes e Carlos Wilson (o “Damião”). 
​Nessa mesma época, vários artistas estavam iniciando suas carreiras. Guilherme contracenou desde cedo com talentos de sua geração como Malu Mader, Felipe Camargo e Maurício Mattar.
​Em fevereiro de 1999, começa a dirigir o longa metragem de ficção Chatô, O Rei do Brasil, inspirado livremente no livro homônimo de Fernando Morais. Quando viu o material bruto, Cacá Diegues o considerou como “o último filme tropicalista do cinema brasileiro”. Para Guilherme, o filme é também uma grande homenagem ao cinema novo, ao modernismo e a tudo o que admira.


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Os Olhos de Arthur

Allan Deberton


​Arthur quer ser nadador. Maria quer se casar.

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Allan Deberton


Allan Deberton nasceu no Ceará, Brasil. Ele formou-se em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Em seguida, ele trabalhou no departamento de preservação de filmes no Centro Técnico do Audiovisual. Em 2010, ele escreveu, dirigiu e produziu o curta-metragem "Doce de Coco", que foi apresentado em vários festivais, onde ele foi premiado com vinte e cinco prêmios. Seu filme "The Best Friend" (2013) participou de vários festivais de cinema ao redor do mundo. Ele produziu o documentário "O Outro Lado do Atlântico" (2015) filmado em Cabo Verde e Brasil. Em 2015, ele produziu o musical da Broadway "Avenue Q", em Fortaleza. "Os Olhos de Arthur" é uma produção de 2016.

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Viúva Alegre

Luis Antonio

Será que ela tem um novo marido? Ou ela nunca ficou viúva? Por que Sofia está tão alegre? Juliana Boller em Viuva Alegre. Um filme de Luis Antonio Pereira.

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Luis Antonio Pereira


Luis Antonio começou no palco, como ator em: "Ópera do Malandro" escrita pelo conhecido compositor brasileiro Chico Buarque. Ele atuou em muitas peças no Rio de Janeiro e de Los Angeles. Em LA, atuou em musicais Broadway's, Big River e The Sound of Music.Dirigiu Davi e Golias com uma companhia de dança afro-americano. Em William de Shakespeare Muito Barulho por Nada, ele era um candidato para o prêmio de melhor ator coadjuvante. Luis Antonio voltou ao Brasil, e abriu sua empresa de produção de entretenimento eclético.

Vencedores de 2016

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Afonso é uma Brazza

Naji Sidki e James Gama

Afonso Brazza tornou-se bombeiro por amor à profissão. Também por amor, era cineasta e ator. Com oito filmes produzidos, dirigindo e atuando em todos, Brazza se tornou um dos mais originais diretores do cinema brasileiro. Faleceu aos 48 anos, vítima de câncer. O material do documentário foi filmado antes da sua morte e mostra nosso herói combatendo incêndios na vida real e bandidos na ficção; Brazza era um sonhador. Sua história diverte e emociona.

James Gama


Jornalista, faz sua estreia no cinema com o curta “Afonso é uma Brazza”. Traz na bagagem a experiência como editor, roteirista e diretor de documentários para TV, vídeos institucionais e publicitários. Formado em jornalismo na Universidade de Brasília, trabalhou como repórter e editor nas principais emissoras de televisão do país. Foi diretor da TV Senado e atualmente trabalha na Agência de Notícias do Senado.

Naji Sidki

Nasceu em Brasília, estudou cinema em Nova York, trabalha como diretor de fotografia, produtor e diretor. Sócio e proprietário da Veríssimo Produções e da locadora de equipamentos CineLocações, atua no mercado cinematográfico há mais de 15 anos. Como diretor de fotografia recebeu muitos prêmios em festivais; também é coprodutor de vários filmes. Em finalização o documentário de longa-metragem Maxixe, dirigido, produzido e fotografado por ele.

Sal

Diego Freitas

Dois homens e um encontro marcado. Sérgio e Márcio se conheceram através de um anúncio da internet, e o que parecia ser apenas mais um jantar a dois, desdobra-se em uma estranha fantasia.

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Diego Freitas          


Diego Freitas faz parte da nova geração de diretores cinematográficos – já habituada a flutuar pelas diferentes mídias e formas inovadoras de produção de filmes, tanto para marcas como conteúdo. Diretor cinematográfico, diretor de fotografia, editor e roteirista. Bacharel em comunicação social, com mais de 7 anos de experiência no audiovisual, é o Diretor Geral de criação da Parakino Produções.

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Blurred Lines

Vanessa Reuter


O que estamos perdendo? Esse curta abre espaço para uma reflexão sobre quão confiáveis são as informações que recebemos. Será que estamos mesmo em uma posição de poder ou apenas nos deixando pensar que sim?

Vanessa Reuter

Estudante de cinema PUC-Rio. Cursou um ano na UW- Milwaukee, onde realizou pequenos projetos pessoais. Vanessa tem trabalhado majoritariamente na área de edição de vídeos.

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Um homem só

Claudia Jouvin


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O filme conta a história de Arnaldo, que, para livrar-se da vida miserável que leva, procura uma clínica de cópias, que promete copiar pessoas. Com uma cópia ocupando seu lugar, ele levaria uma vida nova. Mas, ao ter seu pedido negado, Arnaldo não tem outra opção senão tentar mudar o rumo de sua história. Ao se apaixonar por Josie, a atendente de um cemitério de animais, Arnaldo acredita que encontrou uma chance de finalmente ser feliz. Mas, talvez ele esteja enganado. Um homem só é uma fábula urbana, que trata da complexidade dos relacio-namentos, com boas doses de ironia e humor.

Claudia Jouvin

Quando fiquei grávida do Max, o Allan começou a publicar tiras sobre o que estávamos passando. Era uma forma divertida de lidar com aquela mudança gigante que estava acontecendo nas nossas vidas. Eu muitas vezes ficava enchendo o Allan e dando ideias para as tiras. Mas ele nunca aceitava e acabava dizendo: "Por que você não faz as suas"? Eu sou roteirista, e desenhava só por prazer. Fiquei na dúvida se topava a empreitada, mas no fim foi ótimo voltar a desenhar. Fui desenhando aos poucos desde a gravidez até agora, entre as mamadas e a minha volta ao trabalho. Consegui voltar para a Globo, rodar meu primeiro longa como diretora [Um Homem Só, 2014] e fazer o livro, sem deixar de dar atenção ao Max. Acho que o maior prejudicado com minha falta de tempo nesse período foi o próprio Allan. Mas sobrevivemos!

Olhos de Botão

Marlom Meirelles



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A vida de um casal de idosos é alterada quando uma menina é abandonada nos arredores de sua casa. Isolados do mundo em um sítio no agreste pernambucano, os dois vão, aos poucos, percebendo que as mudanças trazidas pela criança começam a afastá-los, e podem ser irreversíveis.

Marlom Meirelles

Marlom Meirelles nasceu em Bezerros, interior de Pernambuco. Estudou cinema na Faculdade Maurício de Nassau, no Recife, onde dirigiu seus primeiros filmes. Durante seus estudos, Meirelles pesquisou sobre a relação entre o cinema e novas plataformas tecnológicas. Aos 21 anos fundou sua produtora, a Eixo Audiovisual. Seu filme “A Emparedada da Rua Nova” foi apresentado na mostra Short Film Corner, no Festival de Cannes, em 2010, e em muitos outros festivais ao redor do mundo. Em 2012 Meirelles ganhou uma competição de roteiro com o projeto “Entre Mulheres”, um documentário sobre identidade de gênero. Seu mais recente projeto é o filme “Olhos de Botão”, um curta-metragem de drama, situado no interior pernambucano.

​Mostra Pernambuco



Big Jato

Claudio Assis


O pernambucano Cláudio Assis é um dos diretores mais reconhecidos e premiados da Retomada do cinema brasileiro. Nascido em Caruaru, ele dirigiu curtas como Soneto do desmantelo blue (1993) e Texas Hotel (1999). Claudão, como é conhecido, foi um dos produtores de Baile perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira (1997), o primeiro longa rodado em Pernambuco em 20 anos.
Em 2002, ele estreou na direção de longas com o aclamado Amarelo manga, visto por 130 mil espectadores no país e grande vencedor do Festival de Brasília. Baixio das bestas (2006), seu segundo longa, que aborda o patriarcalismo e a violência contra a mulher na Zona da Mata pernambucana, saiu igualmente vencedor do Festival de Brasília. Seu terceiro longa, A Febre do Rato, sobre o poder libertador da poesia, foi o grande vencedor do Festival de Paulínia.
Big Jato, seu quarto longa-metragem, é baseado no livro autobiográfico de mesmo nome de seu grande amigo, parceiro e conterrâneo, o jornalista e escritor Xico Sá. Para viver o menino Xico ainda criança, com 10 anos de idade, ele convidou seu próprio filho, Francisco de Assis Moraes, do qual o “verdadeiro” Xico Sá é padrinho.

Claudio Assis


O pernambucano Cláudio Assis é um dos diretores mais reconhecidos e premiados da Retomada do cinema brasileiro. Nascido em Caruaru, ele dirigiu curtas como Soneto do desmantelo blue (1993) e Texas Hotel (1999). Claudão, como é conhecido, foi um dos produtores de Baile perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira (1997), o primeiro longa rodado em Pernambuco em 20 anos.

Em 2002, ele estreou na direção de longas com o aclamado Amarelo manga, visto por 130 mil espectadores no país e grande vencedor do Festival de Brasília. Baixio das bestas (2006), seu segundo longa, que aborda o patriarcalismo e a violência contra a mulher na Zona da Mata pernambucana, saiu igualmente vencedor do Festival de Brasília. Seu terceiro longa, A Febre do Rato, sobre o poder libertador da poesia, foi o grande vencedor do Festival de Paulínia.

Big Jato, seu quarto longa-metragem, é baseado no livro autobiográfico de mesmo nome de seu grande amigo, parceiro e conterrâneo, o jornalista e escritor Xico Sá. Para viver o menino Xico ainda criança, com 10 anos de idade, ele convidou seu próprio filho, Francisco de Assis Moraes, do qual o “verdadeiro” Xico Sá é padrinho.

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O menino Xico se divide entre ajudar o pai no trabalho de limpar fossas e a companhia do tio Nelson, um radialista libertário que lhe inspira a escrever poesia. Inspirado no romance autobiográfico do jornalista Xico Sá.

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​Mostra Pernambuco


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As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana

Claudio Lobato e Paola Vieira

O documentário As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana tem como tema a atuação do coletivo artístico Nuvem Cigana durante os anos 1970 no Rio de Janeiro. O filme retrata uma geração que amadureceu sob a sombra da ditadura militar buscando todas as formas de liberdade para desembocar na era do fim das utopias e da opressão da mídia e do mercado.

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Paola Vieira


Nasceu no Rio de Janeiro em 1964 e trabalhou 10 anos como produtora musical. Formada em cinema na UFF, participou dedocumentários como "A Pessoa é para o que nasce" (produção executiva), "Herbert de Perto", das séries "Free Jazz" e "Som da Rua", de Roberto Berliner, "Justiça", de Maria Augusta Ramos (pesquisa e assistência de direção), "Cartola" (coord. de produção e assistência de direção), de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda, entre outros.

Claudio Lobato


É carioca nascido em 1955. É escritor, roteirista, artista plástico e ilustrador. Estudou na Escola de Artes Virtuais do Parque Lage e trabalhou como artista gráfico e editor em publicações independentes nos anos 1970. Participou do projeto do CIRCO VOADOR durante os anos 1980 como cenógrafo e programador visual. Desde os anos 1980 escreve para televisão, voltado para programação infantil e juvenil, com participações em seriados para a TV Globo.

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Dá Licença de Contar

Pedro Serrano


Este curta recria o universo das canções de Adoniran Barbosa, colocando o artista dentro de sua obra. Um Homem de Chapéu, gravata borboleta e bigode conta a um jovem garçom as divertidas histórias de sua juventude, quando viveu "causos" ao lado de seus dois amigos naquele boteco.

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Pedro Soffer Serrano


Diretor da nova geração, especializou-se em direção de atores em Cuba, no método Stanislavski; e em São Paulo, no método Meisner. Em 2012, lançou nos cinemas o documentário Luto em luta, do qual foi diretor, roteirista e produtor.​

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Gui Campos


Nascido em Brasília, Gui Campos se formou pela Universidade de Brasília e fez seu mestrado em audiovisual em Madrid, Espanha. Suas histórias costumam examinar as relações humanas. Diretor há 12 anos, seus filmes já foram premiados em diversos festivais pelo mundo.

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7 pm

O Outro Lado do Paraíso
(André Ristum)

Melhor Diretor (André Ristum) e Melhor filme de longa escolhido pelo Público

Exibido na Sexta Feira 

​14/10/2016

Exibido no Sábado 
​15/10/2016

7 pm - Mostra Pernambuco 

Big Jato (Claudio Assis)

​Melhor Longa Metragem





Exibido no Domingo
​16/10/2016

5 pm 

Rosinha (Gui Campos)

Melhor filme de curta

Sal (Diego Freitas)

​Melhor Diretor


Até a China (Marão)

​Melhor filme de curta escolhido pelo Público




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Walter do 402

Breno Ferreira

A temática abordada - em tons comi-trágicos - é a solidão na terceira idade, no bairro de Copacabana. O filme conta a história de Walter, um idoso, rabugento, que sofre com sua solidão e vê no suicídio a única saída. Já sua vizinha, a também solitária Vera, deseja conhecer o Walter, pois tem a esperança de que ele seja a companhia que precisa. Ela tenta conquistar Walter usando o talento que tem na cozinha, levando para ele pedaços de bolo. Ele parece não se interessar por Vera. Entre os dois, há o porteiro Zezinho, jovem Don Juan que não enxerga problema algum em viver sozinho.

Breno Ferreia

Publicitário, diretor de diversos comerciais, documentários e obras de ficção premiadas. Dirigiu onze curtas metragens, entre ficção e documentário, entre os anos de 2002 e 2016 com destaque para “O Ganhador”(Digital/2002), premiado no Festival Guarnicê de Cinema 2002 nas categorias de Melhor Argumento, Melhor Roteiro, Melhor Atriz, Melhor Ficção Nacional e os prêmios maranhense de Jurí Técnico e Juri Popular; Melhor Ficção Nacional no Festival Videvídeo/RJ 2002, Melhor Ator no Festival Guaçuano 2002 e finalista no Festival Margarida de Prata (CNBB), além de ter sido selecionado em diversas competitivas no Brasil. Ódio (35mm/2007), premiado na categoria Juri Popular no Festival Guarnicê de Cinema 2008 e selecionado no Festival de Brasilia, Festival de Natal, FestCine Amazônia e Festival Fike. Já o documentário Impressions (Doc/2009),foi premiado como Melhor Fotografia no Festival Guarnicê de Cinema 2009 e Troféu Mauro Bezerra.

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De Onde Eu Te Vejo

Luiz Villaça

De Onde Eu Te Vejo conta a história de amor de um casal através de sua separação. Em meio a uma São Paulo em constante mudança e efervescência cultural, Ana Lúcia (Denise) e Fábio (Domingos) se separam após 20 anos de casamento e ele passa a viver no apartamento do outro lado da rua. Eles terão que aprender a viver a nova realidade – a separação, a crise no trabalho e a mudança de cidade da filha – e perceberão que no meio da confusão da vida moderna é possível reinventar uma nova forma de amar.

Luiz Villaça

Luiz Villaça tem uma longa carreira no cinema, televisão e teatro. No cinema, ele lançou seu mais recente longa-metragem como diretor, “De Onde Eu Te Vejo” (2016), produzido pela BossaNovaFilms, Globo Filmes e Warner Bros. Além disso ele também escreveu e dirigiu os longas “Trás Pôr do pano (1999)”, “Cristina casar Quer (Fox 2003)” e” O Contador de Histórias (Warner 2009)”. Seus filmes ganharam vários prémios nacionais e internacionais, tais como Melhor Filme no Júri Popular Festival de Gramado, Melhor Atriz no Festival de Havana, Grande Prêmio Brasil e Prêmio da Anistia Internacional, entre outros. Criou e dirigiu muitos programas de TV para a TV Globo, como o Retrato Falado, Copas de Mel, Dias de Glória, Te Quiero América, Norma e A Mulher do Prefeito, uma série que foi nomeada para os Emmy Awards internacionais 2014. Em 2013 e 2014, criou e dirigiu duas temporadas da série 3 Teresas para GNT.

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